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14 de out. de 2011

Resenha: Marvel Ultimate Alliance 2

Oi pessoal, hoje vou falar sobre o Marvel Ultimate Alliance 2, de PS2. Este é um jogo de aventura e rpg que envolve os principais heróis da Marvel Comics. No início do game, o jogador pode escolher 4 personagens, dentre eles: Homem-Aranha, Wolverine, Capitão América, Homem de Ferro, Hulk, Mulher Invisível, Psylocke, entre outros. Mas depois de algumas fases a equipe se divide em duas e o jogador tem que escolher um dos lados. A divisão é entre aqueles que querem que os cidadãos com super poderes tenham um registro de identidade diferenciado e aqueles que são contra esse registro, o que é visto como amigos do Capitão América e amigos do Homem de Ferro, respectivamente. 



Gostei deste jogo pela variedade de personagens e por permitir mais de um jogador em modo colaborativo (sempre gostei disso, desde quando jogava Streets Of Rage no Mega-Drive =D). No modo single player, 1 personagem é controlado pelo jogador e os outros 3 pela IA (Inteligência Artificial), e no multiplayer, 2 personagens são controlados pelo jogador e os 2 restantes pela IA. A jogabilidade é razoável e às vezes pode confundir o jogador quando o mesmo deseja selecionar algum outro personagem durante a aventura (3 opções no caso single player, 2 opções no caso multiplayer). 

Os gráficos não são tão explorados devido à perspectiva da câmera que visualiza os personagens na maioria das vezes por cima, mas isso não prejudica em nada e é até bom quando se joga em modo multiplayer.

Um ponto positvo do jogo está em recompensar o jogador com níveis e golpes especiais para os personagens, além de permitir o desbloqueio de personagens através de níveis bônus, dentre eles: Jean Grey, Tempestade, Cyclops, Gambit, O Coisa, Thor e outros (os personagens que estou citando são liberados em PS2, não necessariamente nos outros consoles para os quais o jogo está disponível).
É um bom jogo, mas pode se tornar enjoativo se a pessoa demorar muito para terminá-lo.

Nota: 7.5

Obrigado e até a próxima resenha.

11 de jul. de 2011

Resenha: Shin Megami Tensei III: Nocturne

Nome do jogo: Shin Megami Tensei III: Nocturne/ Lucifer's Call
Desenvolvido por: Atlus
Distribuído por: Atlus, Ghostlight e Ubisoft
Plataforma: PS2
Gênero: RPG
Nº de jogadores: 1
Ano em que foi lançado: 2004/ 2005 a versão européia


Shin Megami Tensei III: Nocturne é mais um game da franquia de RPGs Shin Megami Tensei ( ou simplesmente MegaTen), pouco conhecida no ocidente.
A história se passa em Tóquio, e no começo do jogo você controla um estudante que precisa ir visitar, junto com os seus amigos, sua professora no hospital. Mas chegando lá, você descobre que sua professora está ajudando um membro de uma seita a trazer o fim do mundo. Após isso, o mundo acaba, e resta apenas Tóquio, que além de virar um planetóide situado em um universo paralelo, fica infestada de demônios. E para completar, o protagonista vira um demônio após uma série de acontecimentos, e é a partir disso que o game realmente começa.

O protagonista pode ser nomeado do jeito que quiser pelo jogador, mas pode ser apelidado de hito-shura/demi-fiend que significa algo como "meio-demônio"


A jogabilidade desse game mescla elementos típicos encontrados em qualquer RPG encontrado por aí, e outros exclusivos de MegaTen. Um desses elementos seria a capacidade do protagonista de usar o comando "talk" no menu de batalha, o que possibilita que o jogador tente negociar com o demônio contra o qual deveria lutar, para fazê-lo ser membro de sua equipe. Aliás, esse é um dos dois únicos jeitos de montar uma party. O outro jeito é unir dois ou três demônios que você já tiver para obter um novo, no espaço "cathedral of shadows", encontrado em algumas cidades. O sistema de batalha, "press turn system", consiste em explorar as fraquezas (tanto elementais quanto de status ailment) do adversário para ganhar turnos extras, que são representados por ícones. Mas o adversário também pode usar esse recurso, e se você tiver uma das suas fraquezas exploradas, o oponente ganhará vários turnos, estes variando de quantidade conforme a situação. Outra característica bem única neste jogo é a capacidade do protagonista de ingerir Magatama, uma espécie de inseto demoníaco. Há vários tipos de magatamas diferentes, e cada um deles altera as propriedades de resistências e fraquezas do portagonista, bem como a skill que obterá na próxima vez que subir de nível.
Os gráficos tem seus pontos fortes e fracos bem evidentes. Graças ao estilo único de Kazuma Kaneko, o responável pelo character design de grande parte dos games da franquia, os personagens tem um visual bastante andrógino e sombrio, que aliados ao recurso de cel-shading, complementa a atmosfera singular do jogo. Por outro lado os cenários deixam a desejar, por ter um estilo um tanto simples, e no caso das dungeons extensas, não demora muito para caírem na repetitividade.
A trilha sonora mescla vários estilos diferentes, com o devido destaque aos temas de batalha, que em sua maioria, seguem um estilo mais hard rock, com direito à gritos medonhos e demoníacos ao fundo. Infelizmente, fora alguns gritos e urros durante as batalhas e conversas, o game não possui dublagem, o que pode afastar jogadores mais exigentes com esse aspecto.
No quesito conteúdo, o game é bem completo. Só a campanha principal já dá pelo menos mais de 40 horas de jogo, e fora isso há várias sidequests e algumas dungeons opcionais disponíveis. Além disso, há seis finais diferentes para destravar, e a possibilidade de incluir o famoso Dante, da série Devil May Cry, na sua party.
Com sua sua dificuldade desafiadora ,variedade de conteúdo opcional, e atmosfera sombria e única, Shin Megami Tensei III: Nocturne, é definitivamente, um dos melhores RPGs japoneses lançados para Playstation 2.
Nota final: 8.5

P.S: Essa análise foi feita baseada na 1ª versão bônus do game, Maniax, pois no ocidente o game foi lançado diretamente dessa forma. Na Europa , o game foi lançado com o nome de Shin Megami Tensei III: Lucifer's Call, e um tempo depois foi lançado ainda uma 2ª versão bônus (apenas no Japão) com o Raidou de Devil Summoner ( outro da franquia MegaTen) no lugar de Dante. Mas é quase a mesma coisa
P.S.2: Não consegui achar imagens boas do Nocturne que não estivessem protegidas por direitos autorais então fiz upload de uma fanart antiga minha

29 de jun. de 2011

Resenha: Final Fantasy IV



Olá pessoas! Bem vindos ao Morada Gamer e ao mundo frenético e caótico dos savepoints e controles. Eu sou a Ayu-chan e hoje vou levá-los a um mundo fantástico de Potions , White Mages , HP's e Summons. Pois é, hoje a review é sobre Final Fantasy! Apesar do meu preferido ser o IX, escolhi o IV,pois acabei de jogá-lo e ainda está fresquinho na minha mente. Então pegue seu airship e venha conosco desvendar os mistérios de Final Fantasy IV!


História:
Como na maioria dos FF's, você começa o jogo com o personagem que será o protagonista dali em diante. Neste caso, Cecil que é o capitão dos Red Wings de Baron. Ao lado de seu inseparável amigo Kain ele é enviado para missões de conduta duvidosa, seguindo as ordens do rei de Baron. Com o tempo, Cecil descobre que seu rei está cometendo atos abomináveis para conseguir certos cristais, e é em torno destes cristais que o jogo se desenrola. Com o tempo Rosa, Rydia, Yang, os gêmeos Pallom e Porom, os príncipes Edward e Edge,além do bom e velho Cid se juntam ao grupo. No caminho você ainda encontra Tellah, um mago que tem alguns assuntos pendentes para resolver com o príncipe Edward. Todos se unem com o único propósito de impedir o rei de espalhar a destruição por onde passa. Mas é aí que todos descobrem algo surpreendente: o rei não está agindo sozinho, mas com a ajuda de Golbez, um daqueles vilões capazes de botar medo em qualquer um. Será que Golbez é realmente o fim do iceberg? Ou talvez ele também seja apenas uma vítima... Só jogando pra descobrir!




Sistema de Batalha: Muitos dizem que foi o sistema em turnos que fez de Final Fantasy o que ele é hoje. Discordo plenamente. Final Fantasy IV é o primeiro a utilizar o sistema ATB (Active Time Battle), aonde dinaminsmo e pausa se unem para tornar sua batalha mais emocionamente sem o risco de você acabar se apavorando e cometendo erros. Todos os personagens já tem suas classes de batalha bem definidas, ao invés de outros em que cada personagem pode ser um white mage ou warrior se quiser. Rosa e Porom são as white mages do jogo, Rydia é a única que pode usar o comando Summon, Yang é o com mais força bruta e assim por diante. Acredito que desta forma, você se foque mais na história e personalidade de cada personagem, ao invés de simplesmente "cair pra dentro" na hora de lutar. Outra coisa muito interessante é que ao invés de comprar itens para aprender novas magias, você simplesmente tem que evoluir seu nível, pode não ser o convencional, mas realmente é uma mão na roda as vezes, quando se tem pouco Gil ou se está preso em algum dungeon. O armamento do jogo é um capítulo a parte. São tantos durante o jogo que até mesmo quando você está na parte secreta do jogo (logo após terminá-lo) você continua encontrando armas cada vez mais fortes e com efeitos diferentes, fazendo com que a curiosidade só aumente para conseguir a próxima arma ou armadura. Pra quem já está acostumado com a série, não é nenhum desafio "batalhisticamente" falando, mas sem sombra de dúvida é um RPG digno de ser chamado de Final Fantasy, tanto pela história e jogabilidade como pelos avanços gamísticos para a época.


Consoles:
Primeiramente foi lançado para o Super Famicon no Japão em 1991 (pela então Square hoje Square-Enix). Mas como na maioria dos países ocidentais o único Final Fantasy conhecido na época era o III, (que foi lançado como I),no
s EUA chegou como Final Fantasy II, sendo lançado para o Super Nintendo. Atualmente existem vários remakes para os consoles mais novos, mas a versão do PSP merece destaque. Além de manter algumas cenas em CG da versão para Playstation 1, toda a trilha sonora foi totalmente remasterizada, tranformando cada batalha ou passeio pelas cidades único, e todo o jogo foi refeito. Esta versão conta ainda com dois bônus: a continuação da série chamada de "Final Fantasy : The After Years" e o "Prelude", uma introdução muito bem feita para ninguém ficar perdido entre o IV e o IV After Years. Além disso, na versão PSP foi modificado o sistema de magia "Cure 1", "Cure 2" que era utilizado na verão original. Agora todos tem suas respectivas evoluções nomeadas e não numeradas, ou seja, o Cure 2 virou Cura, e Cure 3 virou Curaga. Bem mais prático, não?



Considerações Finais: Se você é um fã de RPG e não sabe qual o próximo jogo incluir no seu Memory Stick do PSP ou então quer um novo desafio pro seu emulador de SNES, recomendo este jogo. Não só a jogabilidade atrai, mas também a história dramática e cheia de surpresas faz valer a pena jogar Final Fantasy IV. Sem dúvida entra para o Top 5 dos FF's e é um RPG tão completo como todos os outros da série. Se não for fã da série faça uma tentativa, vale a pena! Agora, se for, acredite, já deveria estar jogando! Minha nota final é 9,1 (olha que sou chata pra isso!). Só perde um pouco de pontos por conta de alguns pedaços mal contados e por as vezes alguns itens não terem nenhuma função no jogo (a não ser ocupar seu espaço no inventário!)

Espero que tenham gostado pessoas!

Esta foi Ayu-chan e este foi meu review do Final Fantasy IV, uma das muitas obras primas do SNES e uma ótima opção refeita para o PSP. Até mais, beijinhos! ^^/